segunda-feira, 30 de junho de 2008

Estou seguindo ela, uma pequena magrela,
dentro do meu quarto tomando balalaika, arranco um bife da bunda dela,
deliciosa fritei no oleo quente, ficou dura cozinhei novamente, virou carne de panela.
linda era ela, estou com sede, um soco! quebro o braço dela para poder chupar osso
morta jogo-a num poço, depois de uns dias o cheiro empreguina, desço la no fundo,
penetro sua vagina emperrando alguns vermes, no seu anus enfio meu braço
mordo sua cabeça e arranco um pedaço, doente de prazer vou embora satisfeito
como uma mae com o peito cheio!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Torment
Perambulando, vadiando, entediado
sua mente completamente submersa em álcool,
dotado de extrema ganância, algoz
rumoreja palavras doces num ato sanguinolento.
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Totalmente andrófobico, anestesiado pelo ante-gozo
anavalha aqueles dois lindos seios
animal noturno, cruel e vigoroso
abate a presa, carrasco vertiginoso.
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Instrumento de ódio penetrante
sufocado por vermes que fazem prece
caminho pelo beco da disgraça eterna
Satanás me guia, sangue do inferno.
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Uma velha, serva do bastardo
se masturba com um crucifixo enferrujado,
cuspo e mijo em seu cadáver putrefato,
apodreça e suma, maldito disgraçado!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007


Putrefato

semblante de um asno fanho,
personalidade de um de uma Hiena algoz!
Desorientado por humanos sem noçao de mundo,
eis que surge um maldito verme profano e imundo!!
Maltrato, humilho e machuco,
todos, que fazem da morte um luto!!!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007



Num quarto escuro cercado de inveja,
espiritos me rondam com certa certeza,
escondido dentre latas de cerveja,
a carta maldita se abre sobre a mesa.
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A mais doce das almas, enforcada por falsidade,
por fora, bela e pura
por dentro falsa e obscura,
crueldade, desigualdade, imortalidade.
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Afogado por alcool me liberto,
fujo pra longe desse mundo sem afeto,
somente ódio, ganancia, projeto?
Todos entupidos por dejetos.
Barbaro 2007
Rastejo

Amordaçado com arame farpado,
preso pelo silencio da morte.
O sangue desce torrente
como uma faca penetra na carne.
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Veloz como um raio gritante,
o sangue jorra da saudosa materia viva
assim como arde em ferida
a dor de um corvo enjaulado.
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Medo, sentimento ultrapassado
regado a alcool o encefalo é estimulado
com disturbios, um viciado
fervilha em minha mente,
eu surto, de tao excitado.

Barbaro 2007
20/07/07

terça-feira, 24 de julho de 2007

Faminto

Noite fria e escura, inspirações sarcásticas
intitulado por ninguém,
sem piedade, ainda viva separa contente
os membros de uma doce adolescente.
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Doente de prazer por ve-la indefesa
com voracidade se delicia de mais uma presa,
sem saber o motivo desse incessante desejo tórrido
se alimenta da carne da fêmea num instinto sórdido.
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Termina se levanta e caminha
nunca satisfeito sai a procura até que apareça a luz do dia.
Barbaro 2007
24/07/07