terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Descabaçei meu cu com um troço

Um dia arrotineiro, festas de fim de ano
muita comida farta, carneiro, leitoa, frango
tudo embolado no estômago, regado a muita cerveja e pinga,
e no intestino grosso vai formando uma pelota de merda na barriga.

Sentado na varanda atormentando minha prima rapariga,
sinto algo se movendo internamente, penso eu ser uma dor de barriga,
dores abdominais, contrações intrínsicas,
acho que foi a cerveja crystal e a leitoa da tia Rita.

Corro desesperadamente em direção ao vaso sanitário,
sento com violência e meu cu é estimulado,
empurrando com toda força para expelir esse maldito resto putrefato,
meu cu se torna uma flor de formato rugoso, muito sangue na água,
estou ferrado, descabaçei meu cu com um troço.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Coveiro molestador!

Segue-se o caminho para impregnar o reino dos mortos,
finalizo meu trabalho sem muita consideração,
meu tesão carnal ainda mais aumenta,
Feroz necessidade da real penetração.

Molestação do cadáver recém falecido,
minha sede sexual triplica, ao ver aqueles enormes pontos em sua barriga,
adentro seu antro vaginal com meu falo teso, sensações intrínsicas
noto com estranheza o odor fétido de sua buceta seca e rígida.

Me sinto poderoso ao vê-la imóvel e indefesa,
sentindo sua pele fria esfregando em meu corpo fresco,
declaro meu amor ao seu cadáver em putrefação inicial,
Deliciosa adolescente que foi estuprada e morta de forma boçal.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O esquartejador

Pronto para matar e seu corpo esguio despedaçar,
ajoelhada em minha frente, meu grosso pau ela começa a chupar,
meu ódio é aumentado, com uma foice seu pequeno ânus eu rasgo,
ela berra feito um animal, eu esmurro sua face, afundamento cranial.

Membros mutilados, decepados espalhados pelo chão,
junto tudo num saco preto e saio sem direção,
Coloco-a no porta malas do meu Opala,
maldita loira retalhada praticante de kabala.

Insaciado e o gozo brotando da minha glande,
dependuro seus pedaços amarrados com arame e anzol num varal,
seu cu dilacerado fodo como um inveterado irracional,
saudosa matéria carnal ex-viva,
vai virar alimento dos vermes, vai apodrecer e virar carniça.