sexta-feira, 12 de junho de 2009

Feriado de Corpus Christi

É feriado de Corpus Christi, sem nada pra me dar tesão
pego meu Rayban e meu colete de couro, vou dar um rolê de caminhão.
Tudo está tranquilo, e eu com uma vontade de beber desgraçada,
saio em disparada , quero uma ararinha com limão e uma cerva bem gelada.

Mais a frente vejo um tumulto, um aglomerado de cidadãos
me perguntei que porra é essa? Era uma maldita procissão.
O trânsito bloqueado, está tudo parado, fumo 1.2.3 cigarros
minha paciência vai acabando, e vinha cada vez mais gente, pareciam ratos.

Minha tolerância chega ao fim, eu acelero meu caminhão com tudo,
vou passando por cima, de crianças, velhos e adultos
numa arrancada esmaguei meio quarterão de cristãos,
e fui pro bar do Wardomiro tomar minha pinga e ouvi modão.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ser embriagante que entorprce meu corpo
Induzindo-me ao mais puro desejo
Liberta o meu espírito que
Vou libertar o seu também
Indivíduo de outro planeta
Orbitante está ao meu lado
Constantemente entrego os meus desejos
Exalando pela pele
Sensualidade extrema
Ardente sensação que me faz tremer
Rogo pelo prazer
Meu corpo eu lhe entrego
Escondendo apenas fraquezas mórbidas
Negligencio a moral na mais pura intenção
De ser a sua e
Escrava do prazer
Saciando-lhe de todos os gozos desejados.
Acróstico By Bianca pra min.
Tá no caminho certo Bibi!! Bju lindona!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Dupla paixão em apenas um corpo.

Infame desejo do prazer inexplorado, taras estranhas gozo acumulado
Uma familia vizinha, recém chegada, traz com eles uma filha imaculada
lourinhas, lindos cabelos lisos e em suas duas belas faces, o sorriso contido
nasceram emendadas pelo tronco, que lindo,
e isso de forma surpreendente aumentava ainda mais minha libido.

Me tornei amigo da familia aos poucos,
ajudava na jardinagem, sentava até na mesa pro almoço
me apaixonei pelas gêmeas xifópagas, um colosso,
apenas um corpo branco, mas duas cabeças e dois pescoços.

Noite de festa, muita bebida, cigarros a beça
convido Camila e Jéssica pro porão, pra iniciar e minha festa,
19 anos virgens e peludinhas, duas vaginas pareadas
não sabia por qual começar, pois todas estavam babadas.

Meto compulsivamente, fico totalmente confundido,
pois não sabia qual estava com mais tesão, ouvia dois gemidos
demasiadamente excitado, o gozo vem em forma de enxurrada,
dou um banho de porra nas duas e o sorriso brotas em suas caras.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Trepada Doentia.

Deitada em uma cama a mais de três anos,
não consegue nem mexer sua perna, toma banho com pedaços de panos,
264 kilos amontoados em apenas um metro e meio de um ser humano,
Escaras por todo lado e muito sebo acumulando.

Alucinante tara que aflora em mim, ao ver toda aquela banha se espalhando,
Meu pau se torna rijo, ataco aquele corpo gordo a dentadas e socos,
mordo sua boceta túrgida com gosto e cheiro de porco,
transo com ela durante uma hora, mas ainda não tive um gozo.

Sua vagina está muito molhada, quero algo mais ressequido,
tento com minha navalha achar seu ânus que se encontra bastante escondido,
separo muita banha pra todo lado, sangue e gordura escondem o intestino
o quarto lembra nitidamente a um açougue clandestino,
enfim encontro um pequeno cu manchado de merda
e me masturbo freneticamente, extremamente confuso,
mordendo aquela saída de bosta encontrada a muito custo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dissecação no banheiro

Rotinas stressantes, viagens intensas no infinito de minha mente
atormentado por seres que me causam ânsia e dilaceram meu inconsciente,
uma presa capturada no inicio da noite, rapidamente
esperneia amarrada com arame jogada dentro da banheira.

Desejo de tortura, taras alucinantes aumentam ainda mais minha libido,
com minha foice singelamente amolada, faço um rasgo, do pescoço ate o umbigo
dissecação consciente da minha presa ainda com vida,
jorra ferozmente o sangue apavorado, que em suas vísceras era contido.

Desfiro golpes com extrema força em suas juntas com precisão,
separo tudo, joelhos, coxas, tornozelos, mãos
me apaixono pela sua cabeça, transo com ela a noite inteira
após me satisfazer com sua beleza, abandono para os vermes, pra lhe fartarem a mesa.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Condenado pela vida

Amanhece mais um dia, e sua rotina que o persegue
ao abrir os olhos, com suas mãos trêmulas um copo de água ele absorve,
seco, desidratado devido ao uso abusivo de álcool,
segue mais um dia com a peste caminhando ao seu lado.

Maldito ser mundano e imundo,condenado a sofrer eternamente
era bonito, alto bem aparente,
tinha lindas mulheres, dinheiro sobrando, uma vida invejável
tudo conseguido pela eliminação de outras pessoas, atos já mais tolerados.

Foi sequestrado, empalado, chicoteado lhe tomaram tudo,
jogado ao meio fio, arrebentado e cagado, deixado para o mundo
vinte anos se passaram, e o ser desprezível ainda habita a terra
feio, de aspecto grotesco e com feridas por todo o corpo,
vive de álcool, morando num buraco cheirando a urina merda e desgosto.

terça-feira, 17 de março de 2009

Impulso eufórico.

Num instante mórbido de minha vida,
taras alucinantes tomam conta de minha mente vazia,
entro no meu quarto com um litro de gin embaixo do braço,
e 100 gramas de cocaína esticadas dentro de um prato.

Uma euforia incontrolável toma conta de mim,
saio desesperado com uma faca de serra em punho,
suando frio, vou em direção a casa dos fundos,
residência de um velho tio, gordo e cheirando a fungos.

Dormindo, uma paulada em sua face o deixa com o sono ainda mais profundo,
perfurações incessantes, no pescoço, suvaco, pernas e cúbito,
vou fatiando, picando em pequenos pedaços o gordo fedido,
jogando no vaso e puxando a descarga,
aos poucos vai se misturando no esgoto insípido,
e eu vomitando ao ver os pedaços de carne se desvairando.